Hoje gostava de vos deixar um pequeno pensamento...
Às vezes estamos tão concentradas nos nossos afazeres, que nos esquecemos que nos basta simplesmente sorrir, para transformar um dia de chuva num belo dia de sol!!!
Sorri quando a dor te torturar
E a saudade atormentar
Os teus dias tristonhos vazios
Sorri quando tudo terminar
Quando nada mais restar
Do teu sonho encantador
Sorri quando o sol perder a luz
E sentires uma cruz
Nos teus ombros cansados doridos
Sorri vai mentindo a sua dor
E ao notar que tu sorris
Todo mundo irá supor
Que és feliz!!
Charles Chaplin
quarta-feira, 22 de julho de 2009
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Ausência
Estive ausente.. Eu sei!
Por vários motivos não pude me prender ao meu computador e escrever.
A Maria Ana profissional anda com a sua mente ocupada e não dá margem de manobra ou inspiração à Maria Ana para exteriorizar os seus pensamentos.
A escrita é para mim um refúgio, um imaginário e talvez o meu "sub-mundo"!
Não é uma forma de perder o que se passa à minha volta ou de me fechar em casa.
Sou livre e tenho asas para voar.
Sempre as tive e agora apenas quero partilhar com outros/as que me são queridos as minhas palavras e principalmente os meus pensamentos.
Quero viver o hoje, o amanhã e o depois, não ficar presa ao passado e muito menos perder a oportunidade de sentir o depois de amanhã.
Mas muitas vezes sinto-me presa aos imprevistos que esta Maria Ana/ mãe possui.
A minha bebé está doente. Uma febre normal - diz a médica, mas como mãe de primeira viagem é estranho e novidade.. 3 dias em casa é o resultado... e eu com tanto para fazer...
Lógico que nos sentimos presas! Quem fica em casa? A mãe... Não me vou queixar pois nem sequer dou alternativa. Sou eu quem cuida da minha filha por isso sou eu que fico em casa!
Esta dualidade é complicada de explicar e mais uma vez só nós, que somos Marias, podemos entender.
Não pretendo me queixar, mas simplesmente dasabafar o que por vezes todas sentimos.
Não procuro esconder o que sinto, nem refazer o que fiz, simplesmente gosto de escrever aquilo vejo ou que me faz feliz.
Assim, vou continuar a escrever... simplesmente porque me apetece!
Por vários motivos não pude me prender ao meu computador e escrever.
A Maria Ana profissional anda com a sua mente ocupada e não dá margem de manobra ou inspiração à Maria Ana para exteriorizar os seus pensamentos.
A escrita é para mim um refúgio, um imaginário e talvez o meu "sub-mundo"!
Não é uma forma de perder o que se passa à minha volta ou de me fechar em casa.
Sou livre e tenho asas para voar.
Sempre as tive e agora apenas quero partilhar com outros/as que me são queridos as minhas palavras e principalmente os meus pensamentos.
Quero viver o hoje, o amanhã e o depois, não ficar presa ao passado e muito menos perder a oportunidade de sentir o depois de amanhã.
Mas muitas vezes sinto-me presa aos imprevistos que esta Maria Ana/ mãe possui.
A minha bebé está doente. Uma febre normal - diz a médica, mas como mãe de primeira viagem é estranho e novidade.. 3 dias em casa é o resultado... e eu com tanto para fazer...
Lógico que nos sentimos presas! Quem fica em casa? A mãe... Não me vou queixar pois nem sequer dou alternativa. Sou eu quem cuida da minha filha por isso sou eu que fico em casa!
Esta dualidade é complicada de explicar e mais uma vez só nós, que somos Marias, podemos entender.
Não pretendo me queixar, mas simplesmente dasabafar o que por vezes todas sentimos.
Não procuro esconder o que sinto, nem refazer o que fiz, simplesmente gosto de escrever aquilo vejo ou que me faz feliz.
Assim, vou continuar a escrever... simplesmente porque me apetece!
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